domingo, 30 de novembro de 2008

Sofrer por ti



Continuo sem perceber
Porque foste embora
Sem me dares uma explicação
Nem uma palavra sequer
Do porquê quereres acabar
Com a nossa aventura
De quereres separar as nossas vidas.
Tantas coisas foram ditas e expressas
Fizemos planos para a vida
E de repente tudo desaparece
Porque quiseste partir
Em busca de algo
Que nem tu sabes bem o quê.
Mas eu não consigo esquecer-te
Eu bem me esforço para isso acontecer
Mas a minha mente volta a ti
Como se já não tivesses controlo
Em mim mesmo e na minha mente
Por isso não vou desistir de ti
Porque não posso, e porque sei
Que apesar de teres ido embora
Sem deixares uma carta.
Ainda tenho esperança que voltes
Pois sem ti não sou ninguém
E enquanto não me disseres adeus
Lutarei sempre por ti

Inspirado em "This I Love" de Guns n' Roses

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Porto



Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal
E Invicta Cidade do Porto
Sempre nobre como uma família real
Tua cor escura mostra histórias
E as tuas enormes pontes
Ligam o passado com o presente
Torre dos Clérigos sempre bem alto
Vigiando os telhados até ao Infinito
Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal
E Invicta Cidade do Porto
Teu cheiro lembra tempos de glória
E o rio Douro traz memórias
Do Vinho do Porto a descer o rio
Nos barcos perfeitos
Para embelezar ainda mais a Ribeira
Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal
E Invicta Cidade do Porto
És muito mais que uma cidade
És o sonho de todos os sonhos
És o império de todos os impérios

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Fria como o Inverno


Quiseste entrar na minha vida
Como quem entra num café
Apenas para usares e depois sair
Brincaste com o meu futuro
Como uma criança que cativa a atenção
Para conseguir o que quer

Deixaste a tua marca
Mas olho para ela mais como uma ferida
Que irá demorar a sarar
E mesmo depois de curada
Irá abrir vezes sem conta
Porque te apresentaste
Como sendo a tal, a parte do meu futuro
Que faltava e que julgava ter encontrado

Foste única e brilhante
Foste a imperatriz do meu coração
Aqueceste-o e tiveste na mão
A minha vida e o meu futuro
Mas apunhalaste-me quando menos esperava
E foste embora, fria como gelo.